Imagine aquela praia de azul turquesa e um colorido espetacular vindo das roupas de mulheres a coletar peixes no mar durante a maré baixa…imaginou?

Então agora prepare-se para a realidade em Zanzibar, um arquipélago de duas ilhas ao largo da costa da Tanzânia, na margem leste-africana, de que formam um estado semiautônomo daquele país e um mar de águas turquesas e clarinhas que enchem os olhos já desde a chegada no aeroporto de Kisauni ao sul da ilha.

Ao chegar no aeroporto de Zanzibar nós brasileiros precisamos de um visto que pode ser feito na hora ao custo de US$50. Após os trâmites da imigração lá está a área de desembarque onde vários carregadores de malas e motoristas de táxis travam uma batalha na busca de clientes. Para evitar negociar preços na chegada eu já tinha reservado o transfer com o Muhidi que tem uma operadora de turismo em Zanzibar e foi ele que conseguiu dar conta de me mostrar a ilha em apenas 3 dias.
Como tinha poucos dias para aproveitar Zanzibar comecei o passeio indo do aeroporto até a capital Stonetown (10 minutos de carro), esta que foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e é um exemplo de cidade comercial construida em pedra na costa leste africana, detentora de muitos edifícios que refletem sua história ligada às culturas africanas, árabes, indianas e europeias.

Uma simples caminhada por Stonetown nos revela diversas histórias em meio a vielas e portas coloridas entalhadas na madeira em estilo árabe que se abrem para o palco da vida de celebridades como o cantor Freddie Mercury que ali nasceu e viveu seus primeiros anos, além de ser uma cidade viva, repleta de mercados, especiarias e uma pequena faixa de areia em frente ao Hotel Tembo (todo em estilo indiano) com vista para o porto de onde partem as embarcações e os ferries para Dar el Salam no continente (bilhete US$35).


Os moradores de Zanzibar são em sua maioria muçulmanos e pelas ruas da cidade encontramos mulheres usando roupas coloridas e hijab cobrindo a cabeça e por isso a recomendação para os visitantes é sempre respeitar os costumes locais e usar roupas apropriadas.
A minha chegada em Zanzibar coincidiu com o final do Ramadan, período de jejum e orações dos muçulmanos, e como meu guia tinha que parar para as rezas de quando em quando partimos do aeroporto e fomos em direção à praia de Pingwe na parte oeste da ilha onde encontra-se o restaurante “The Rock”, como o próprio nome diz encravado em um rochedo envolto pelo mar e regido pelas marés (quando a maré está baixa podemos chegar ao restaurante a pé enquanto na maré alta com um barco do próprio restaurante).



A paisagem ao longo do caminho até Pingwe já nos dá uma noção das belezas desta ilha que mescla os tons de verde das plantações com os campos de arroz e a costa repleta de palmeiras e mar de cor turquesa, passando por uma das praias mais lindas da ilha: Paje. Além é claro da simpatia dos moradores que ao longo das estradas deslocam-se nos tradicionais dala dala (pequenos caminhões adaptados para servir como ônibus de passageiros).




Depois de um almoço incrivelmente delicioso no restaurante The Rock partimos para o norte da ilha em direção a Nungwi, a praia mais badalada pelos turistas, repleta de hotéis, resorts, restaurantes e onde podemos admirar o mais lindo pôr-do-sol em Zanzibar, seja à beira mar ou a bordo dos tradicionais dhow, nome árabe para as embarcações a vela usadas pelos pescadores locais.




Como chegar: a melhor maneira de chegar em Zanzibar é com um dos voos que partem das capitais africanas (Nairobi, Johannesburg) ou então voar até Dar el Salam na Tanzânia e pegar o ferry até Stonetown (US$ 35 em 2a classe).
Onde ficar: uma super dica para quem chega em Zanzibar é hospedar-se ao norte da ilha em Nungwi e conjugar passeios para conhecer as outras partes da ilha, reservando ao menos uma noite em Stonetown para conhecer a cidade de pedra e suas encantadoras vielas.
Hotéis em Nungwi: Warere Beach Resort (fica mais afastado do centrinho de Nungwi porém tem uma vista estonteante e serviços impecáveis), Smiles Beach Hotel (muito bem localizado com uma vista fantástica para o pôr-do-sol de Nungwi), Amaan Bungalows (um hotel bem despojado e na área mais badalada e pé na areia da praia).
Hotel em Michamwi com vista para o restaurante The Rock: Hotel Upendo que em suaíli significa amor.

Como chegar: as agências de viagens locais oferecem passeios e transfer, além dos hotéis que disponibilizam passeios e excursões. Os preços variam mas em geral o transfer do aeroporto até Stonetown custa US$ 10,00, até Nungwi ou Paje custa US$50 em um carro privativo com ar condicionado e o passeio em dhow para ver o pôr-do-sol em Nungwi custa US$ 20 por pessoa. Quando fizemos o passeio negociamos com o nosso guia e fizemos aeroporto/The Rock em Michamwi/Nungwi/aeroporto por US$140.
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