A Ilhéus de Jorge Amado e seus romances


A cidade de Ilhéus na Bahia é cercada de histórias e romances, também pudera, foi inspiração para muitos livros do escritor Jorge Amado e continua inspirando muitas pessoas que visitam seus edifícios e fazendas de cacau.

E como não podia deixar de ser, hoje vou lhes contar um pouco sobre três dos principais atrativos da cidade.

CASA DA CULTURA JORGE AMADO

Apesar de ter nascido em Itabuna, o escritor Jorge Amado passou grande parte de sua vida nesta casa em Ilhéus onde divulgou e imortalizou as belezas e as histórias da cidade em suas obras como Gabriela, cravo e canela. Para agradecer ao “filho adotivo”, a cidade prestou-lhe uma homenagem à altura de seu talento, transformando sua antiga residência na Casa de Cultura Jorge Amado. Construída pelo pai do escritor em 1928, o palacete em estilo neoclássico ocupa uma área de 600 metros quadrados, com cinco metros de pé direito, piso de jacarandá e azulejos ingleses na varanda. Inaugurada em 1988, a Casa de Cultura abriga em seus grandes salões a Fundação Cultural, a Academia de Letras e o Instituto Histórico de Ilhéus. As visitas guiadas conduzem ao quarto do escritor, onde estão expostas as capas de edições de sua obra, fotos antigas e objetos pessoais.

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BATACLAN

O famoso cabaré Bataclan foi nada menos que um dos mais importantes cenários do livro Gabriela, cravo e canela, de Jorge Amado. Funcionava como uma espécie de local de entretenimento para os coronéis do cacau quando vinham das fazendas para acertar seus negócios, pois funcionava como cassino, com muitas mulheres, música e bebida. Hoje é um dos atrativos mais visitados pelos turistas em Ilhéus e carrega um ar histórico com a presença sempre viva de sua personagem mais ilustre: a Dama do Bataclan, Antonia Machadão (Maria Machadão no romance Gabriela). Hoje o prédio funciona como um espaço cultural e abriga um café, um local para exposições e uma réplica do quarto de Maria Machadão.

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BAR VESÚVIO

O Bar Vesúvio, que em 2001 foi tombado pela Prefeitura Municipal de Ilhéus como patrimônio histórico, foi criado por dois italianos: Nicolau Caprichio e Vicente Queverini, depois vendido para um português casado com uma linda mulata de nome Felipa, de fartas ancas, passando ainda por mais três proprietários até que, em 1945, foi comprado por Nacib e virou a casa da Gabriela. Conhecendo esta parte da história já dá pra ter uma noção sobre este estabelecimento tão bem contado pelo escritor Jorge Amado. Hoje o Bar continua com seu ar histórico e ainda serve pratos como: o Camarão do Nacib e de Gabriela, além de tabules, pastel árabe e o autêntico quibe com sabor de Gabriela. Vale ou não a pena experimentar?

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2 Respostas para “A Ilhéus de Jorge Amado e seus romances

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